quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"Não temas: eu sou contigo"

"NÃO TEMAS: EU SOU CONTIGO"
O texto da mensagem de hoje é extraído do versículo nono do primeiro capítulo do Livro de Josué: "Sê forte e corajoso. Não temas nem te espantes porque o SENHOR teu Deus é contigo por onde quer que andares". Essas palavras foram dirigidas a Josué após a morte de Moisés, para animá-lo com relação aos problemas que enfrentaria na liderança do povo hebreu (que passaria a assumir) e entrada na terra prometida de Canaã, cuja conquista demandaria grandes batalhas.







A história de Josué é revivida nos nossos dias. Tendo em vista que o homem foi criado para conquistar (visto que Deus o dotou de inteligência, capacidade organizacional e determinação, que o impulsionam a lutar por seus objetivos), fatalmente encontraremos diversas barreiras à nossa frente, o que traça um paralelo entre a nossa história e a do homem de Deus.






Por exemplo, as cidades fortificadas e os "enaquins" (uma raça de homens muito altos) que Josué enfrentou são os mesmos gigantes com quem nos embatemos hoje em dia. Existem os percalços naturais, as objeções de terceiros, que sempre se levantam para de alguma maneira tentar impedir a nossa conquista, e há o inimigo interior, os momentos em que nos sentimos fragilizados e abatidos, o que, não menos que os obstáculos concretos, constituem enormes muros que nos separam das bênçãos.






O melhor disso tudo, no entanto, é que justamente por isso, semelhantemente a Josué podemos contar com o Senhor incentivando-nos a prosseguir e, visto que eternas as suas palavras (Hb 13:8), ouvir o mesmo "Sê forte e corajoso. Não temas nem te espantes porque o SENHOR teu Deus é contigo por onde quer que andares". A certeza da mão de Deus a nosso favor é, sem dúvida, o melhor estímulo para a derrubada de muros e gigantes e, claro, para a vitória da vida eterna.






Em Cristo,
 
                                       Metanoia Forever.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

VIVIFICA-NOS!

A mensagem de hoje aborda o Livro  dos Salmos. Esse livro é composto (obviamente) dos salmos, que constituem  escritos poéticos de autores variados, reunidos originalmente para declamação  ou canto. Na origem grega do termo, os salmos referem-se a "canções a serem  entoadas ao som da harpa"; mas são inclusos como salmos as orações, as  lamentações individuais, os poemas sobre a sabedoria e a confiança e as ações  de graça, entre outras formas de composição em verso.
Estima-se que grande parte dos  salmos tenha sido escrita por Davi, mas há também salmos atribuídos a Asafe, aos  filhos de Corá (que eram levitas no período do Rei Josafá, de acordo com 2  Crônicas 20: 19) e até mesmo a Moisés. Não importando a sua autoria, no  entanto, os salmos são inspirações do Espírito Santo e, como tais, capazes de revelar  a essência de Deus para as nossas vidas e expressar, se recitados, o que vai no  nosso interior com relação ao Pai.   
Entre os 150 salmos que compõem,  cada um, os 150 capítulos que formam esse Livro, chama a atenção o salmo 119.  Com 176 versículos, esse salmo não apenas é o maior capítulo de toda a Bíblia,  como, na versão original, é dividido em estrofes de oito versos, cada uma iniciando  por uma letra do alfabeto hebraico. E destaca-se o fato de que o salmista  constrói cada verso (sejam os de exaltação, queixa ou libertação) fundamentado  na dádiva da Lei de Deus.         
O salmo 119 estabelece a Palavra  de Deus como padrão para todas as coisas. Nele, a lei divina é enfatizada como  excelente e a observância aos mandamentos como o caminho para a felicidade.  Esse salmo também revela o desejo do salmista em cumprir os mandamentos, denotado  principalmente no uso de expressões como "cumprirei os teus decretos" (v. 8),  "guardo no coração as tuas palavras" (v. 11), "meditarei nos teus preceitos"  (v. 15), "terei prazer nos teus mandamentos" (v. 47), "apresso-me [...] em  guardar os teus mandamentos" (v. 60), "nunca me esquecerei dos teus preceitos"  (v. 93), "amo os teus mandamentos" (v. 127), "alegro-me nas tuas promessas" (v.  162), entre outras.  
E a maneira de reter os  mandamentos dá-se por meio do próprio ânimo conferido pela lei do Senhor.  Assim, a retenção da Palavra de Deus é definida como processo de vivificação.  Notem-se, por exemplo, como o vocábulo "vivifica-me" é utilizado nos versículos  25, 37, 40, 50, 88, 107, 149, 154, 156 e 159, tanto como meio de guardar os  decretos eternos como fim a que se chega ao fazê-lo. 
Isso é demonstrado no versículo  25, em particular, na súplica do salmista: "A minha alma está apegada ao pó; vivifica-me  segundo a tua palavra". A comoção em que se dá esse clamor revela a condição de  alguém que estava abatido e sem forças e necessitava de um toque do Altíssimo  para reviver; e cujo caminho para tanto era certo de ser encontrado no poder da  revelação divina.      
Essa dádiva dupla da Palavra está  disponível para nós. Não obstante à imensa distância que nos separa da época de  composição do salmo 119, o valor eterno da lei do Senhor é poderoso para  penetrar todas as esferas corroídas e sem vida da nossa alma e do nosso coração  e nos conferir vida em abundância. Apeguemo-nos, então, à Palavra e sejamos  vivificados por sua luz e verdade.   
Em Cristo,

Saudações Celestiais.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

MENINA DE 1 ANO GRÁVIDA NA CHINA

Na China, uma menininha com apenas um ano de vida está grávida
No seu interior, ainda bebê, começou-se a desenvolver o corpo de um feto.
A menina, Kang Mengru, começou a ficar com barriga inchada até que foram fazer exames. Através de uma tomografia viram que dentro do seu abdómen crescia uma nova criança parasita.

Os médicos identificaram como uma rara condição que se chama “fetus in fetus” e que acontece quando um embrião absorve o outro durante as primeiras semanas de gravidez.

O que costuma acontecer é que a nova criança fica reduzida a alguma parte humana. Neste caso de Kang, o bebé dela é um feto completo, tal e qual um novo bebé.


A menina vai fazer uma cirurgia para a remoção do feto. O problema é que os médicos não sabem se a criança sairá com ou sem vida.
Eu hein!

O que é já foi e o que será, também!

O texto da mensagem de hoje é bastante intrigante. Ele compõe o versículo 15 do terceiro capítulo do Livro de Eclesiastes e diz o seguinte: “O que é já foi, e o que há de ser também já foi; e Deus pede conta do que passou”. Esse texto desperta o nosso interesse porque, à primeira vista, parece não fazer sentido. Como poderiam as coisas futuras, assim como as passadas, já terem acontecido?
Um comentário de John Wesley sobre essa passagem (disponível no sítio de internet: //wesley.nnu.edu) expressa que as coisas passadas, presentes e futuras são estabelecidas por uma ordem constante em todas as partes e eras do universo. De acordo com Wesley, há um retorno contínuo no movimento dos corpos celestiais, das estações do ano e na sucessão das gerações de homens e animais, em que tudo ocorre com o mesmo padrão. Esse pensamento é complementado por Ray C. Stedman (www.raystedman.org), em sua afirmação de que, em decorrência disso, há a repetição das mesmas lições para todo ser humano.
Por isso a segunda parte do versículo: Deus requer de volta aquilo que já passou, ou seja, Deus faz o que já passou retornar e isso implica em darmos conta do que fazemos. Há que se pensar, por exemplo, que, se o movimento das coisas é cíclico e isso inclui os nossos erros, teremos os mesmos tipos de colheita do que plantamos até que produzamos frutos de qualidade. E supõe-se que ninguém deseja errar a vida toda.
De fato, esse versículo é um desafio à consciência e ao empenho em viver de modo a não repetir os mesmos erros; o que faz desta mensagem também um incentivo para tanto. Se vamos passar por testes, que busquemos a aprovação em todos, de modo a que a nossa estada na terra não seja em vão.
Primeiro, há que se pensar na efemeridade da existência. Deus estabeleceu o homem tendo como parâmetro a eternidade. Assim, comparada com ela, nossa passagem por este mundo é, no mínimo, breve e não devemos desperdiçá-la com coisas que nos trarão prejuízos.
É sabido, por exemplo, que os maiores danos a uma pessoa são causados pelos vícios (o alcoolismo, as drogas, o jogo, a pornografia, o consumismo), por uma saúde debilitada, por finanças mal-administradas e relacionamentos degenerados, que desarmonizam o convívio de lares, locais de trabalho, lazer e até mesmo igrejas.
E é preciso buscar com urgência a remissão do nosso tempo. É preciso aproveitar ao máximo as oportunidades de aprendizado e, principalmente, de prática dos ensinamentos de Cristo, certamente o modelo de procedência para todo ser humano. Não podemos nos esquecer dos termos eternos em que se dão os valores espirituais, nem da balança com que todos seremos medidos. Afinal, o futuro também já passou.
Que Deus o abençoe,

Saudações Underground Cristão.

CORAGEM

O texto de hoje encontra-se no livro de Atos e trata de uma ocasião em que Paulo foi incentivado por Jesus. Esse apóstolo, apesar de muito usado por Deus para implantar igrejas por toda a Ásia (o nome dado, na época, às encostas do Mediterrâneo na Grécia e Turquia, no sul da Europa) e propagar os ensinamentos de Cristo com a redação de mais da metade do Novo Testamento, era um homem como qualquer outro, tendo necessidade de ânimo e estímulo. Quando se encontrava na prisão em uma de suas viagens, as palavras do Senhor: “Coragem! Pois o modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma” (At 23: 11) lhe serviram, portanto, de grande alento.
É natural nos sentirmos abatidos em certas ocasiões e isso não implica em uma vida de pouca comunhão com Deus. Prova disso é o próprio exemplo do apóstolo Paulo, um homem de intimidade com o Senhor e comprometimento com a Palavra (e, sem dúvida, um dos mais motivados do evangelho), que se sentiu solitário e enfraquecido em alguns momentos. São tantos os obstáculos que temos pela frente que nossa energia se esvai, restando apenas a tristeza, sem nem mesmo a vontade de reagir.
Na maioria das vezes temos motivos legítimos para tanto: a perda de um ente querido, um abalo financeiro, o rompimento de uma relação afetiva. Porém, mesmo em se tratando das questões existenciais que nos perpassam a todos, os aborrecimentos têm razão de ser. Nesses momentos, só mesmo as palavras de Jesus ao apóstolo Paulo, que, felizmente, estão disponíveis para nós em todo o tempo. Assim, pense no poder que reverbera do Senhor ao lhe dizer: “Coragem!” e saia, fortalecido, para mais uma tentativa.
Fique na paz,

Saudações com coragem.

Inabaláveis por meio da fé

O capítulo 125 do Livro de Salmos atesta sobre aqueles que confiam no Senhor, de que são comparáveis aos montes de Sião, que não se abalam, mas “permanecem para sempre” (v. 1). Como é gratificante encontrarmos pessoas assim!
Os que vivem nessa condição são pessoas inabaláveis que, revestidas com um espírito de fortaleza, são capazes de vencer toda e qualquer adversidade, sem se desgastarem ou desesperarem-se de algum modo.
Essas pessoas também se mantêm bem com Deus, com suas famílias e consigo mesmas. Não obstante às lutas diárias que tenham de enfrentar, conseguem atravessar as fases ruins sem imputar culpa a outros ou desequilibrarem-se, uma condição invejável, uma vez que geralmente temos a tendência ou a representar um papel contrário ao que estamos vivendo ou a magoar os que estão ao nosso redor quando as coisas não vão bem.
Essa condição é obtida por meio da fé. Aquele que crê entende que há um Deus provedor, um Deus de amor que nos sustenta e que escuta e responde as nossas orações. Assim, à medida que aprende a confiar e a entregar os seus problemas, suas metas e desafios não mais lhe pertencem, mas passam a ser compartilhadas por Deus, o que fará toda a diferença.
Fique na paz,

Saudações Inabaláveis.

CLAME A DEUS NA ANGÚSTIA

O texto desta mensagem encontra-se no capítulo 102 do Livro de Salmos, cujos versos 1 e 2 expressam o seguinte: “Ouve, Senhor, a minha súplica e cheguem a ti os meus clamores. Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos no dia em que eu clamar e dá-te pressa em acudir-me”. Esse trecho exemplifica um momento de angústia do salmista, mas também um instante de esperança em Deus.
Todos temos os nossos dias de angústia, aqueles em que uma má notícia bate à porta, em que o telefone toca com palavras que não queríamos escutar, os dias em que a vida parece nos estar pregando uma peça. Há outras angústias, também, as que ocorrem quando nos sentimos incompreendidos e desvalorizados. É comum, por exemplo, que as pessoas em quem mais confiamos sejam as que mais nos machucam. Esses momentos certamente roubam a nossa alegria, deixando-nos abatidos, com um peso sobre as costas que, por vezes, chegam mesmo a impedir a nossa caminhada.
Nesses momentos precisamos ser acudidos por Deus, precisamos ver a sua graça se manifestar a ponto de transformar o nosso estado de espírito, de modo a que a esperança brote novamente no nosso coração. Mas é preciso clamar. É necessário uma atitude semelhante à do salmista, de súplica diante do Altíssimo e exposição, sem restrições, de tudo o que nos perturba e deve ser mudado.
Afinal, as angústias não podem durar para sempre e poderão ter uma vida ainda mais curta se atentarmos para o que a Bíblia ensina. Quando clamamos, voltamo-nos para Deus, entendemos o quanto somos importantes e amados e, naturalmente, começamos a ter uma ótica diferenciada, começamos a nos enxergar como Deus nos enxerga e dar a nós mesmos o valor que Ele nos dá.
Deus nos ensina a considerarmos a nós mesmos como seus filhos, como pessoas especiais, cheias de dons e talentos, o que talvez não conseguíssemos quando na dependência do reconhecimento humano. Pense, então, que o seu clamor vai produzir aquilo de que realmente necessita, a palavra do céu, que lhe trará a verdadeira alegria. Ela certamente vai transformar o seu viver.
Em Cristo,

Saudações Celestiais.